(27/06/07) Bump
O meu acabou de chegar, começarei a ler hoje enquanto aplico prova para meus aluninhos hehehe. Lembrei do V quando abri o livro, pq ele começa com uma citação de A Voz do Fogo do Alan Moore.
Sei que boas citações não são garantias de qualidade da obra, mas bem, o sujeito pelo menos bebeu de fontes interessantes hehe
Ah, sim, e antes que eu me esqueça, a dedicatória:
Para o meu pai, um dos bons.
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(29/06/07)
Cheguei na metade do livro ontem à noite. Eu fico tão atada à busca dos clássicos, que já tinha esquecido como é divertido ler só por entretenimento. Joe Hill é isso: puro entretenimento.
Não é profundo, mas as personagens são interessantes (eu imagino o Jude como o
Bill Nighy, acho que pelo papel dele em Love Actually, hehe), embora os conflitos sejam clichezões ("ó, eu uso minhas fãs góticas e depois jogo fora", "ó, meu advogado é um puxa saco", etc.). Mas de qualquer forma elas conseguem atrair.
Mas o que atrai mesmo a atenção é quando os fantasmas começam a surgir. Alguns momentos foram muito bem desenvolvidos, ao ponto de eu ficar com medo de apagar a luz para dormir ontem (mas eu sou medrosa mesmo, então nevermind).
De certo modo é um híbrido de Stephen King (pelo horror) e Neil Gaiman (pela quantidade de referências por página) - aliás, estou me divertindo horrores buscando as referências. Fico feliz por estar reconhecendo várias, aliás - mas seria extremamente mais fácil se eu estivesse lendo no original ¬¬'
Bão, é minha impressão até o momento: vale para se divertir. Vamos ver se na segunda metade ele não erra a mão e continua sendo um bom passatempo. Conto mais assim que terminar
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Edit: lol, descobri que o Joe Hill está no Library Thing, aí vi uma foto dele. É igualzinho ao pai: